Brocas de isopor bóiam sobre o mar de áquas turvas.Esperança traiçoeira, falsas promessas por falsas pessoas para uma verdadeira nação.
Pó e poeira predominam no trazeiro flácido dos que moram nos estados.
Algemas de gelo são desculpas, enquanto se derretem ao furor da indignação.
Há de chegar o dia do eclipse lunar e fragmentos vermelhos estarão em cada esquina.
Errantes vacilantes puxarão a mesma carroça que haviam guiado para longe.
Na alvorada do quadragésimo terceiro dia, ninguém demonstrará um só sinal de cansaço.
E terá sido feita a nossa revolução!
(14/7/2005)
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